terça-feira, 12 de março de 2013

Recomendações da Organização Mundial de Saúde no atendimento ao parto normal

Condutas que são claramente úteis e que deveriam ser encorajadas 

1 Plano individual determinando onde e por quem o parto será realizado, feito em conjunto com a mulher durante a gestação, e comunicado ao seu marido/ companheiro e, se aplicável, à sua família.

2 Avaliar os factores de risco da gravidez durante o cuidado pré-natal, reavaliado a cada contacto com o sistema de saúde e no momento do primeiro contacto com o prestador de serviços durante o trabalho de parto e parto.

3 Monitorizar o bem-estar físico e emocional da mulher ao longo do trabalho de parto e parto, assim como ao término do processo do nascimento.

4 Oferecer líquidos por via oral durante o trabalho de parto e parto.

5 Respeitar a escolha da mãe sobre o local do parto, após ter recebido informações.

6 Fornecimento de assistência obstétrica no nível mais periférico onde o parto for viável e seguro e onde a mulher se sentir segura e confiante.

7 Respeito ao direito da mulher à privacidade no local do parto.

8 Apoio empático pelos prestadores de serviço durante o trabalho de parto e parto.

9 Respeitar a escolha da mulher quanto ao acompanhante durante o trabalho de parto e parto.

10 Oferecer às mulheres todas as informações e explicações que desejarem.

11 Não utilizar métodos invasivos nem métodos farmacológicos para alívio da dor durante o trabalho de parto e parto e sim métodos como massagem e técnicas de relaxamento.

12 Fazer monitorização fetal com ausculta intermitente.

13 Usar materiais descartáveis ou realizar desinfecção apropriada de materiais reutilizáveis ao longo do trabalho de parto e parto.

14 Usar luvas no exame vaginal, durante o nascimento do bebé e na dequitadura (saída) da placenta.


15 Liberdade de posição e movimento durante o trabalho do parto.

16 Estímulo a posições por exemplo pé, de gatas de cócoras, etc. durante o trabalho de parto e parto, não limitar a mulher à posição deitada.

17 Monitorizar cuidadosamente o progresso do trabalho do parto, por exemplo pelo uso do partograma da OMS.

18 Utilizar occitocina profilática na terceira fase do trabalho de parto em mulheres com um risco de hemorragia pós-parto, ou que correm perigo em consequência de uma pequena perda de sangue.

19 Esterilizar adequadamente o corte do cordão.

20 Prevenir hipotermia do bebé.

21 Realizar precocemente contacto pele a pele, entre mãe e filho, dando apoio ao início da amamentação na  primeira hora do pós-parto, conforme directrizes da OMS sobre o aleitamento materno.

22 Examinar rotineiramente a placenta e as membranas.


Condutas frequentemente utilizadas de modo inadequado


1 Restrição de comida e líquidos durante o trabalho de parto.

2 Controle da dor por agentes sistémicos.

3 Controlo da dor através de analgesia epidural.

4 Monitorização electrónica fetal.

5 Utilização de máscaras e aventais estéreis durante o atendimento ao parto.

6 Exames vaginais frequentes e repetidos especialmente por mais de um prestador de serviços.

7 Correcção da dinâmica com a utilização de occitocina.

8 Transferência rotineira da parturiente para outra sala no início do segundo estágio do trabalho de parto.

9 Cateterização da bexiga (utilização de sonda vesical para eliminar a urina).

10 Estímulo para o puxo quando se diagnostica dilatação cervical completa ou quase completa, antes que a própria mulher sinta o puxo involuntário.

11 Adesão rígida a uma duração estipulada do segundo estágio do trabalho de parto, como por exemplo uma  hora, se as condições maternas e do feto forem boas e se houver progresso do trabalho de parto.

12 Cesariana.

13 Uso liberal ou rotineiro de episiotomia e exploração manual do útero depois do parto.

Terapias não-convencionais

Adepta ou não, não perde nada em ler sobre as técnicas que, milenares ou recentes, fazem furor em todo o mundo. Surpreenda-se!

DURANTE A GRAVIDEZ:

Haptonomia

É a ciência das interacções e das relações afectivas humanas, também conhecida pela ciência do toque afectivo. Foi nos anos 60 na Bélgica que Frans Veldman, começou as primeiras formações em Haptonomia.

A haptonomia provem da conjunção dos termos gregos clássicos “hapsis” que significa tacto, sentido, sentimento, e “nomos” que significa a lei, a regra, a norma.

Esta disciplina propõe que a mãe e o pai entrem em contacto com o seu bebé através do toque afectivo, reforçando a sua existência para que este possa adquirir um estado de segurança básico para assim desenvolver a sua identidade e autenticidade. É mais do que um simples método de preparação para o parto, e uma preparação para a parentalidade.

Muito cedo na gravidez, o feto percebe a relação íntima e afectiva entre os seus pais pela mão do seu pai posta sobre o ventre da sua mãe. Sente-se amado e desejado respondendo a essa afectividade.

No dia do parto, o pai, através do seu “tocar haptonómico” com a mãe, acompanha e guia a criança “a deixar-se nascer”. O pai está muito presente, instalado tanto quanto possível atrás da sua mulher para juntos poderem acolher com ternura a sua criança.

O ideal é que as sessões comecem por volta do quarto mês de gestação, mas podem começar até ao sexto mês, desde que haja tempo para a realização de um mínimo de oito encontros. O acompanhamento desenrola-se durante a gravidez e prossegue durante o primeiro ano de vida, ajudando no desenvolvimento da criança.

Beneficios da haptonomia

• Os bebés são mais seguros e autónomos, apresentam um desenvolvimento psicomotor precoce.

• São mais tranquilos, alegres, afectuosos e socializam-se mais facilmente.

• Dormem uma noite inteira antes das três semanas de vida, sustêm a cabeça muito cedo e conseguem manter-se sentados e em pé, sem apoio antes dos sete meses.

• Pronunciam as primeiras sílaba significativamente antes do que é habitual.

Os efeitos não se restringem apenas nos primeiros tempos de vida, já que a haptonomia têm um “enorme valor preventivo” (Jaime Robert, 2005).

Yoga pré-natal

O Yoga é uma filosofia de vida, conhecida e difundida por todo o mundo e é advinda da Índia. Utiliza um conjunto de técnicas que visam unificar o ser e desenvolver as suas potencialidades a todos os níveis: físico, psíquico, espiritual e energético.

A postura, respiração, concentração e meditação proporciona à grávida tonificar a musculatura, encontrar concentração e o equilíbrio psíquico e aliviar tensões para favorecer o bem-estar tanto para a mãe como para o feto.

Estudos apontam que esta técnica é útil para reverter quadros difíceis como hipertensão, prematuridade, bebés pélvicos, problemas de coluna, etc.


Ajuda também na oxigenação da mãe e do bebé, ensinando práticas correctas para respirar e ter ao longo dos nove meses, uma musculatura abdominal e perineal macia e tonificada, para sustentar o peso do bebé.

É importante porque a grávida coloca o seu bebé no mundo com todos os aspectos e não somente com o seu ventre.

A prática do yoga ajuda a futura mãe a fazer face aos desafios e às transformações que se apresentam durante a gravidez e abordar o parto com determinação, confiança e calma.

Musicoterapia

O bebé sendo um “ser ultra-sensível” às trocas com os seus pais é também influenciado pela música, ele sente e responde através da respiração, movimentos da cabeça, tronco e olhos, gestos, e expressões faciais. Através da música e da voz que ouve fortalece-se a relação mãe-filho, além de contribuir para o desenvolvimento das ondas cerebrais e do sistema nervoso do bebé.

A musicoterapia traz também benefícios a curto prazo pois possibilita a melhoria na alimentação e no sono e a diminuição do choro. A longo prazo porque a música estimula o cérebro melhorando as formas de pensamento.

A voz da mãe representa a continuidade da vida intra-uterina e entoada é mais eficaz que o próprio rosto para acalmar o bebé. Contudo o bebé não é apenas um receptor, ele responde ao estímulo da mãe, e essa resposta depende do estilo de música a que esteve exposto durante a vida intra-uterina. Esse factor está relacionado com os gostos e culturas dos seus pais, com a chamada “história sonoro-musical” da qual fazem parte por exemplo as canções de embalar características de cada país ou cultura.

NO PARTO:

Acupunctura

Acupunctura significa literalmente “espetar agulhas” e designa a prática de inserir agulhas muito finas na pele com a finalidade de estimular pontos específicos (acupontos) provocando ou não apenas um pequeno desconforto. Estes pontos são estimulados para equilibrar o movimento de energia no corpo, ou segundo a bioquímica, para estimular as endorfinas (substâncias naturais que eliminam a dor).

A acupunctura é uma terapia alternativa que pode ajudar a grávida a relaxar o corpo e a mente durante o parto. A procura desta técnica está a crescer, mas a falta de informação, o medo das agulhas e a não-aceitação por parte da maioria dos hospitais portugueses são alguns dos obstáculos a esta técnica milenar.

A acupunctura pode ser utilizada para acelerar o trabalho de parto, diminuir as dores de parto e até facilitar a rotação do bebé quando este se apresenta numa posição incompatível.

Pedro Choy, presidente da Associação Portuguesa de Acupunctura e Disciplinas Associadas (APADA), não tem dúvidas acerca das vantagens da acupunctura no parto e acredita que é por falta de informação que as mulheres não solicitam mais vezes esta técnica. Segundo ele, o parto é acelerado, durando cerca de 2 a 3 horas desde o início das contracções até à expulsão. Todas as grávidas podem optar por um parto sem dor através da acupunctura, pois esta técnica não tem quaisquer efeitos secundários, ao contrário de outros fármacos muito utilizados durante o trabalho de parto, como por exemplo a epidural. A acupunctura induz o relaxamento, reduz o estado de ansiedade e diminui a dor.

Existem dois pontos que foram referidos como aceleradores do trabalho de parto, um localizado na mão e outro acima do tornozelo. O ponto intestino grosso 4 (Ho-Ku) está localizado nas costas da mão, na rede muscular entre o polegar e o dedo indicador; o ponto Baço 6 (San-Yin-Chiao) situa-se um pouco acima da face interna do tornozelo. Existe ainda um ponto localizado na raiz da unha do dedo mínimo do pé, que permite posicionar correctamente a cabeça do bebé no colo do útero.

Através da acupunctura, as dores do parto podem ser eliminadas em cerca de 98%, por isso, é apenas importante escolher um terapeuta devidamente formado e credenciado para a assistência durante o trabalho de parto e obter a autorização da instituição onde este se vai realizar.

Homeopatia

Diversos remédios podem ser usados durante o parto para aliviar a dor, dependendo do estado emocional e físico da mãe. Por exemplo A Coffea e a Belladona, são indicados para contracções muito violentas e dolorosas. Para acelerar um trabalho de parto lento, o homeopata pode sugerir Secale ou Pulsatilla.

Fitoterapia

Para tensão e dor, com contracções curtas e agudas, ou um colo que não dilata, pode indicar-se erva-de-são-cristóvão azul, cramp bark, inhame-silvestre ou folhas de framboesa em chá ou em tintura. Para acelerar um parto lento, pode usar-se chá de folhas de framboesa com um misto de erva-de-são-cristóvão preta ou azul e gengibre.

Hipnoterapia

A auto-hipnose, ensinada em 5 a 10 sessões em grupo antes do parto, reduz a percepção da dor em cerca de um terço, mas pode por vezes resultar em partos completamente indolores. Também acelera em cerca de um terço o parto.

Reflexologia

A reflexologia encoraja a calma e o relaxamento, reduzindo o desconforto e acelerando o parto. Estudos sugerem que se obtêm partos mais rápidos e bons níveis de alívio da dor.

Aromaterapia

A aromaterapia pode ser 60-70% eficaz na redução da dor no parto, utilizando óleos de alfazema, salva e erva-cidreira.

Cromoterapia

O vermelho (a cor da energia) pode fortalecer contracções fracas e assim acelerar um parto lento. A mãe deve vestir calças vermelhas, pois o efeito estimulante geral da luz vermelha pode ser demasiado para o bebé. O ambiente do nascimento deve ter cores e luzes cor-de-rosa quente e azul-pálido, pois são cores calmantes.

Doulas


O que é uma doula?


A palavra "doula" vem do grego "mulher que serve". Nos dias de hoje, aplica-se às mulheres que dão suporte físico e emocional a outras mulheres antes, durante e após o parto, também conhecida como Monitora, Assistente ou Acompanhante de Parto. É alguém que conhece e compreende a fisiologia do parto, que respeita e tenta assegurar as necessidades básicas de uma mulher em trabalho de parto.

Vários estudos comprovam os benefícios da presença de uma doula durante o trabalho de parto, diminuindo significativamente o número de intervenções médicas desnecessárias e aumentando a satisfação das mulheres relativamente à sua experiência de parto.

Num Estudo de 1993, Kennel e Klaus demonstraram que as mulheres que têm uma doula no seu parto experimentam:

• Redução de 50% na realização de cesarianas;

• Redução em 25% na duração do trabalho de parto;

• Redução de 60% nos pedidos de anestesia epidural;

• Redução de 30% nos pedidos de alívio da dor;

• Redução de 40% no uso da ocitocina sintética;

• Redução de 40% no uso de fórceps.


O que faz a Doula

Durante a gravidez:


Acompanha a grávida durante a gestação através de apoio emocional, esclarecimento de dúvidas, procura de informação, ajuda a planear e desmistificar o trabalho de parto e puerpério.

Durante o Trabalho de Parto:


No trabalho de parto, a doula está ao lado da mãe, criando uma esfera de protecção e confiança, que facilita a progressão do trabalho de parto. A doula poderá propor medidas de conforto como duche ou banho, massagens, relaxamento, respiração profunda. A doula apoia também o pai e mostra como ele poderá ser útil.

No hospital, a doula é a única profissional que garante assistência personalizada e contínua à parturiente, funcionando também como um elo de ligação entre a equipa de atendimento e o casal. Ela explica os complicados termos médicos e os procedimentos hospitalares visando sempre proteger a experiência emocional do parto para o casal.

No Pós-Parto ou Puerpério:

A doula também presta serviços no pós-parto, nomeadamente no que respeita aos cuidados a ter com o recém-nascido, ajuda na amamentação, adaptação da família a um novo elemento.

Que benefícios traz uma doula?

Para a mãe e para o casal:

A presença da doula produz um clima de intimidade, carinho, afecto e, acima de tudo segurança.

As mães relatam uma experiência de parto mais satisfatória e gratificante, sentem-se mais fortalecidas, apresentam níveis mais baixos de ansiedade, níveis mais elevados de atenção e receptividade para com o seu bebé - o que favorece o vínculo precoce entre ambos.

O risco de depressão pós-parto é diminuído.


Para o bebé:

Para o bebé, os benefícios também são evidentes; o risco de complicações e de internamento prolongado é diminuído, favorece-se o sucesso da amamentação e o reforço do vínculo mãe (pais) / bebé.


Para a equipa hospitalar (médicos e enfermeiros):

A doula ajuda a grávida a perceber qual a melhor altura para se dirigir ao hospital/maternidade, evitando que essa deslocação se realize demasiado cedo (processo que pode desencadear a trilogia stress/tensão/medo).

No que concerne à equipa médica, contribui também para a diminuição da sua ansiedade, da pressa, dos receios, e de todas as intervenções médicas daí decorrentes.

Quando ir para a maternidade

Os critérios de ida para a maternidade são:

-  Contracções rítmicas dolorosas (os intervalos entre uma e outra são regulares, por ex. 10 em 10 minutos e tendem a diminuir);
- Ruptura do saco de águas (verificar a cor, cheiro e características do liquido e anotar a hora da ruptura. Estas informações vão-lhe ser perguntadas na maternidade);
- Diminuição dos movimentos activos fetais;
- Hemorragia vaginal;
- Dores de cabeça muito fortes.

As contracções de início de trabalho de parto são diferentes das contracções de Braxton Hicks. Estas últimas podem ocorrer durante a gravidez e aquilo que sente é apenas um desconforto (sem dor) e o útero duro, desaparecem com um período de repouso.

Outro sinal que deve ter em atenção é a eliminação do rolhão mucoso do colo uterino. Este é um muco gelatinoso, acastanhado, tipo clara de ovo, que pode eventualmente apresentar-se raiado de sangue. Este sinal não indica que vai entrar em trabalho de parto imediatamente, nem é critério para se deslocar à maternidade, apenas deve ficar alerta pois o trabalho de parto pode começar dentro de 1 semana, ou em 2 ou 3 dias (é variável).

Parto em casa

É realizado no domicílio com fim de manter uma atmosfera familiar, tranquila e o menos traumática possível tanto para o recém-nascido como para a mãe.

Contra-indicações:

¨ - Prolapso do cordão

¨ - Descolamento da placenta

¨ - Presença de mecónio no saco amniótico

¨ - Gravidez gemelar

¨ - Gravidez em que correu com hipertensão ou diabetes gestacional

¨ - Fetos com apresentação anómala

¨ - Prematuridade

Vantagens- Meio familiar / Intimidade

- Mulher mais consciente da sua colaboração no trabalho do parto

- Necessidades da mulher são tidas mais em conta; não se faz nada sem o seu consentimento e colaboração

- A mulher toma a posição que deseja e guia-se pela sua intuição e experiência pessoal

- Vínculo sólido entre mãe-bebé e as pessoas que estiveram durante o nascimento.


Desvantagens

- Necessita de uma equipa médica de referência e de uma atenção imediata em caso de complicações

- Alternativa criticada, com opiniões negativas e falta de apoio

-Se surgirem complicações não podem ser atendidas em casa

Estudos realizados


Parto na água

Características:

É necessária uma piscina de parto com água a 37ºC.

A grávida não deve entrar na piscina até ter uma dilatação de pelo menos 4 cm e contracções regulares.

Não há risco de asfixia para o recém-nascido, o cordão umbilical dá-lhe o oxigénio que necessita durante a fase expulsiva.

Durante todo o parto, a mulher é assistida pela enfermeira parteira e o bebé fica monitorizado mediante ondas subaquáticas. Este parto só é aconselhado para gravidezes de baixo risco.

Benefícios para a mãe:

► Facilita física e psicologicamente o parto

► Favorece o aporte sanguíneo ao recém-nascido (fase expulsiva mais rápida)

► Diminui o período de dilatação

► Favorece a distensão dos tecidos (menos episiotomias)

► Utilização reduzida de fármacos e anestesia

Parto natural

Características:

• Desencadeia-se espontaneamente;

• A grávida (parturiente) movimenta-se e posiciona-se livremente procurando o alívio da dor;

• Escolha de um (a) acompanhante;

• Alívio da dor com técnicas não farmacológicas;

• O ambiente promove a segurança e o conforto facilitando a libertação de ocitocina e endorfinas. Silêncio, obscuridade e privacidade são essenciais;

• Reduzido número de intervenções, procedimentos rotineiros, e riscos desnecessários;

• Após a expulsão, o bebé não é separado da mãe, mas sim colocado sobre ela, pele-a-pele;

• Incentivo à amamentação o mais precocemente possível.